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Graduado em Zootecnia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Mestrando em Ciência Animal e Pastagens pela UFRPE.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Mastite bovina pode reduzir em até 45% a produção de leite


Matéria publicada em: Globo Rural On Line
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI317713-18530,00-MASTITE+BOVINA+PODE+REDUZIR+EM+ATE+A+PRODUCAO+DE+LEITE.html

A mastite é uma doença que atinge vacas leiteiras e causa a inflamação da glândula mamária, ocasionando prejuízos à atividade de produção de leite. De acordo com a pesquisadora da Embrapa Rondônia, Juliana Dias, a doença pode provocar diminuição da produção, morte ou descarte precoce de animais e queda na qualidade do produto final. Além das perdas, a infecção pode representar risco à saúde humana devido à eliminação de microrganismos e toxinas no leite consumido.
As bactérias são as principais causadoras da mastite, mas ela também pode ocorrer devido à infecção por fungos, algas e vírus. A doença pode se apresentar de duas formas. A forma clínica é caracterizada por alteração no leite, podendo ocorrer também anormalidades visíveis no úbere, como aumento de temperatura e edema. Já a forma subclínica é caracterizada pela ausência de alterações visíveis a olho nu. “A forma subclínica ocorre com mais frequência sendo responsável por cerca de 70% das perdas, e pode diminuir a produção de leite em até 45%”, informa Juliana.
Controle
Para o controle da mastite, um conjunto de medidas pode ser aplicado junto ao rebanho, como: realização do teste da caneca telada em todas as ordenhas para o diagnóstico de mastite clínica; realização do California Mastitis Test (CMT) a cada quinze dias para o diagnóstico da mastite subclínica; desinfecção das tetas antes da ordenha; secagem das tetas com papel toalha; realização da ordenha manual ou colocação da ordenhadeira mecânica; desinfecção das tetas após a ordenha e alimentação dos animais para que eles permaneçam em pé até o completo fechamento do esfíncter da teta.
“Para evitar a transmissão da mastite, além do manejo de ordenha adequado, recomenda-se a implantação da linha de ordenha, utilizando como base o resultado do CMT. A linha é estruturada de forma que as vacas negativas sejam ordenhadas primeiramente. Em seguida, as vacas com mastite subclínica e, por último, os animais com mastite clínica”, explica Juliana.
Os animais que estiverem recebendo tratamento devem ser marcados e o leite deles descartado durante o período, para evitar a presença de resíduos no leite do tanque ou latão. Outra medida é a limpeza e manutenção dos equipamentos de ordenha a cada seis meses, visando garantir a sanidade da glândula mamária. A lavagem do equipamento deve ser feita imediatamente após a ordenha seguindo as instruções do fabricante.
Durante a secagem, o uso de antibióticos específicos em todos os quartos do animal é fundamental para o tratamento de casos subclínicos, adquiridos durante a lactação, e também para a prevenção de novas infecções durante o período seco. A recomendação é que o animal tratado seja acompanhado durante as duas primeiras semanas pós-tratamento. De acordo com Juliana, as vacas com mastite crônica não curada não devem ser utilizadas para a produção nem ficar junto com o restante do rebanho.
Prevenção e monitoramento
Para evitar a ocorrência da mastite no rebanho, recomenda-se a análise do California Mastitis Test (CMT) ou CCS, ouexame microbiológico do leite, dos animais a serem comprados. O monitoramento da doença deve ser feito através da coleta sistemática de dados de CCS dos animais. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Mulheres na Zootecnia (depoimentos)

Quem nunca ouviu dizer que Zootecnia é um curso meramente masculino, discordo plenamente, tanto que o número de mulheres matriculadas nos cursos de Zootecnia tem crescido nos últimos anos e que também é crescente o número de Zootecnistas mulheres no mercado de trabalho muitas vezes fazendo trabalhos antes ditos como masculinos. Diante do exposto o Blog Zootecnia é Dez colheu o depoimento de mulheres ligadas a Zootecnia (estudantes e profissionais) provando que atualmente nossa profissão é para todos os gêneros.

Letícia Rentz Goltz – Estudante de Zootecnia / Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG/Campus Castro-PR
Letícia Rentz Goltz - Estudante de Zootecnia UEPG/Castro-PR

Já muito cedo conheci o que era o amor pelos animais. Desde pequena vivo no campo, e o que era apenas brincadeira mudou de cara quando conheci a tal da Zootecnia. A partir daí, percebi que era possível usar esse amor de uma forma que realmente fosse efetiva. Não tive mais dúvidas. Era esse o curso, era esse meu futuro. Aliar uma paixão com minha profissão, e pra isso batalhei sempre, com muita dedicação, desde que fixei essa idéia em minha mente. Cheguei a ouvir que "Zootecnia era curso pra homem", mas nunca me deixei levar por esse falso conceito, já que acho que competência não tem sexo. Certas coisas só me fizeram ter mais vontade de chegar lá. E cheguei. Meu nome estava na lista de aprovados no vestibular. Essa foi a carta branca, o empurrão pra poder dizer "vai, agora é com você!". Entrei em uma turma de maioria feminina, pensei... não era esse o "curso pra homem"? Tá aí a prova de que competência não depende de gênero, mas sim, de força de vontade. A Zootecnia está cada vez mais "feminina". A cada turma de calouros, mais mulheres com a mesma vontade e com os mesmos objetivos que eu tinha e que hoje, no último ano da faculdade, estão quase se tornando realidade. O que não dá é pra desistir, nunca mesmo."

Luciana Pontes da Silva - Zootecnista
Zootecnista Luciana Pontes

A mulher na Zootecnia

Primeiro deveríamos falar sobre o espaço e conquistas da mulher junto a Zootecnia. Mas esta conversa seria muito longa e caberia a mim até escrever um livro, exaltando as glorias e conquistas maravilhosas de ambas. Mas no momento essa não é minha intenção.
A mulher, a cada dia conquista mais seu espaço na Zootecnia como em qualquer outra profissão.
A Zootecnia mudou e vem mudando. Hoje a Zootecnia é tratada, merecidamente, como uma profissão promissora, consistente e de fundamental importância para o desenvolvimento, sustentável, econômico, social e cultural no Brasil. E sendo um pouco ousada, porque não no mundo.
Mas além dos aspectos já citados, vem também a preocupação de produzir e oferecer um produto pecuário de altíssima qualidade, ai podemos falar e pensar no avanço da ciência do Bem-Estar na produção animal, uma das consequências disso, está a exigência dos consumidores e logico das mulheres, sempre de olho nas tendências do mercado e na sensibilidade de produzir com qualidade neste mercado.
Nós Mulheres, mães, irmãs, tias, avós, filhas, amigas, cunhadas, primas, noras, sogras, seres humanos e Zootecnistas, estamos lutando para melhorar cada vez mais nossa profissão, nossas vidas e por que não o mundo.
"A Mulher na Zootecnia, como separar os dois momentos marcos na historia".

Raiany Loureiro Engelhardt - Zootecnista.
Zootecnista Raiany Loureiro Engelhardt

Mulher dentro da Zootecnia

Por muitos anos não se pensava em ver uma mulher trabalhando no campo, tinha certo preconceito de que nós mulheres não tínhamos capacidade para administrar e lidar com o rebanho (seja de qual for a espécie). Essa crença foi desmitificada com o passar dos anos com o empenho e dedicação das mulheres apaixonadas pelo seu trabalho no campo integrado a criação. Minha experiência na Zootecnia vem desde o curso técnico (Escola Agrotécnica Federal de Santa Teresa/ES – Atualmente IFES de Santa Teresa) Na turma de quase 40 alunos se formaram 12 pessoas, sendo três mulheres. Em muitas instituições o número de mulheres é superior ou igual ao número de homens na sala de aula no curso de zootecnia. Mesmo sendo a minoria no curso, não tínhamos tratamento diferencial ou preferencial, que eu acho isso muito importante para nossa formação, o mesmo recebi na faculdade que me formei (Universidade de Vila Velha – ES), havia mais homens do que mulheres e também não houve distinção de sexo para realizar as tarefas em campo e em sala. A conduta dos professores perfeitamente correta na sala de aula, só nos mostrou que somos iguais perante o mesmo trabalho. O fato de nós mulheres termos “menos força” não justifica que não somos capazes. As experiências adquiridas nos estágios foram as melhores possíveis, e o reconhecimento através das palavras por eu ter superados as expectativas me fez ainda mais acreditar no meu potencial. O professor ensina o conteúdo e fala como é trabalhar no campo. Cabe a nós sabermos nos comportar, agir, falar e trabalhar corretamente para sermos respeitadas e conquistar o nosso lugar no espaço.
As mulheres tem uma característica que se destaca sobre os homens que é ser detalhistas, proporcionando ter mais cuidado e capricho, sem contar no extinto matriarca que ajuda muito nas criações de cria e recria.
Em casa, não tenho problemas com meu pai e funcionário na hora de intervir com outro método de trabalho e dar novas ideias, pelo contrário, conversamos muito sobre o assunto e chegamos uma conclusão.
Para finalizar, Não deixe falar que você é um sexo frágil e incapaz de realizar uma tarefa destinada, cada um tem suas qualidades e métodos diferentes de proceder, cabe a nós aprimorar o conhecimento e buscar estratégias para sair do problema.

Elyne Silva – Zootecnista - Prefeitura de Arapiraca/AL
Zootecnista Elyne Silva

Minha experiência como mulher na Zootecnia até agora tem sido tranquila. Entre os 'doutores' prevalece o respeito e reconhecimento. Já quando partimos para meio rural, quando atravessamos a porteira da fazenda as coisas mudam um pouco. Algumas vezes, não a maior parte, os produtores não acreditam na credibilidade da profissional. Num primeiro contato até podem dar ouvidos ao que temos a dizer, mas basta virarmos as costas para que nada do que foi recomendado seja feito. Claro que com os Zootecnistas também acontece isso, mas creio que com as Zootecnistas o preconceito seja maior. Mas de forma geral, vejo que a profissional da Zootecnia, bem como das outras Ciências Agrárias, estão conquistando respeito devido ao trabalho de qualidade que vem executando e aos poucos ganhando seu espaço nesse mundo moderno. Acredito que as Zootecnistas estão conseguindo manejar bem o meio e as pessoas com quem trabalham.

Bruna Rufino dos Santos – Estudante de Zootecnia / Universidade Federal de Roraima - UFRR
Bruna Rufino dos Santos - Estudante de Zootecnia - UFRR

Minha experiência na Zootecnia começa com aquela que acredito eu, todos os acadêmicos de Zootecnia já passaram, de praxe você tem que responder aquelas típicas perguntas: O que é Zootecnia? Porque não fez Veterinária então? ou Zootecnia não é um curso para Homens? rsrsr.. Tive que responder essas perguntas no começo do Curso, no meio do Curso e ainda respondo ate hoje na reta final.. rsrs
Ao longo do Curso tive oportunidade de trabalhar em alguns programas, como Pibic e PET, alem de compor o Centro Acadêmico, foram ótimas experiências e as recomendo para todos, você cria laços com colegas e ganha muitos conhecimentos com os tutores..
Trabalhei como estagiaria voluntaria na EMBRAPA Roraima, onde acompanhei experimentos das tecnologias empregadas na produção animal e também pude ficar em contato direto com alguns produtores do Estado que disponibilizam suas propriedades para os projetos da Embrapa, como pretendo focar meu trabalho para parte de extensão, foi uma grande oportunidade de conhecer os produtores.. foi possível observar que a Zootecnia do Estado ainda é pouco difundida, grande parte das funções são desenvolvidas por veterinários,.. Não desmerecendo o trabalho que eles realizam, mais acredito que temos plena capacidade de ocuparmos o nosso devido lugar no mercado de trabalho.. Isso só aumentou a vontade de me capacitar cada vez mais, para que ao me formar possa desenvolver um excelente trabalho como Zootecnista..  ..
A Zootecnia hoje não é apenas um curso é praticamente um estilo de vida. Amo o que faço e mesmo com as dificuldades que sei serão inevitáveis não irei desistir, trabalharei arduamente..

Tuane Gonçalves – Estudante de Zootecnia / Universidade Federal do Ceará - UFC

Entrei na Zootecnia sabendo muito pouco da sua área de atuação, mas com o tempo fui vendo o quanto é abrangente e fascinante as áreas que um Zootecnista pode trabalhar e quando percebi já estava apaixonada por essa profissão.
Dentro da faculdade já trabalhei nas áreas de forragicultura, apicultura e reprodução animal, que é onde estou trabalhando atualmente, ajudando no experimento do setor e aproveitando para adquirir conhecimento nesta área, de grande importância em uma propriedade.
Participo do grupo de estudos em apicultura, onde fazemos semanalmente reuniões para discutir assuntos e novidades da área e também para organizar e preparar trabalhos que são desenvolvidos no apiário da faculdade.
Participo também, da empresa júnior de zootecnia da faculdade, onde tive a oportunidade de ter uma vivência direta com a realidade do campo e com as dificuldades que o profissional e o produtor enfrenta no seu dia a dia em uma propriedade. É importante o aluno conviver com essa realidade do campo na sua graduação, muitos só vão ter essa experiência no momento do estagio e acabam tendo muitas dificuldades em se adaptar, então quanto antes essa vivencia melhor para sua carreira profissional.
 Em relação as minhas dificuldades na área, como mulher... não tive nenhum preconceito...até porque na minha faculdade o curso de zootecnia tem mais mulheres do que homens (por incrível que pareça...hehehe).

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Entrevista com Elyne Silva, Zootecnista da Prefeitura de Arapiraca/AL

Como sabemos o Zootecnista é fundamental em qualquer esfera de poder seja ela Municipal Estadual ou Federal e para falar um pouco sobre a importância do Zootecnista nas prefeituras o Blog Zootecnia é 10 tem a honra de entrevistar Elyne Silva, Zootecnista graduada pela UFRPE/UAG em 2011 e aprovada em primeiro lugar no concurso da Prefeitura Municipal de Arapiraca em Alagoas.
Fonte: Elyne Silva
Zootecnista Elyne Silva em mais um dia de trabalho.

1. Qual a importância do Zootecnista para uma prefeitura?
Ter um Zootecnista no quadro de funcionários de uma Prefeitura é de fundamental importância para o desenvolvimento do meio rural de um município, pois, de forma gratuita, os produtores têm acesso ao conhecimento técnico e novas tecnologias que o Zootecnista pode fornecer. Creio que a maior importância desse profissional é na prestação de assistência técnica de qualidade para os pequenos produtores que, algumas vezes, não possuem condições de ter assistência particular e ficam muito satisfeitos quando sabem que podem contar com assistência técnica sempre que necessita.

2. Como é o trabalho de um Zootecnista em uma Prefeitura?
O Zootecnista de uma Prefeitura atua prestando assistência técnica aos produtores rurais do município através de visitas periódicas às propriedades para acompanhamento da produção, dando orientações sobre manejo em geral, sanidade e todos os aspectos que influenciam a produtividade da propriedade. Além dessa parte de visitas, o Zootecnista pode organizar palestras, dias de campo e cursos com temas específicos que atendam às necessidades da região em que trabalha. O Zootecnista não trabalha só, é necessário que haja médico veterinário, agrônomo e técnico agrícola no quadro de funcionários da Prefeitura para que possam, em conjunto, realizar um trabalho completo no meio rural.

3. Em sua opinião, o que falta para que haja aumento no número de vagas para os Zootecnistas em concursos públicos nas prefeituras?
Acredito que os produtores rurais devem pressionar as Secretarias de Agricultura dos municípios para evidenciar a grande necessidade e carência de assistência técnica no meio rural. Se a demanda por profissionais das ciências agrárias for expressiva, as autoridades municipais atentarão para a necessidade de incluir mais Zootecnistas no quadro de funcionários para que o município possa se desenvolver em todos os aspectos. Além da pressão local que os produtores devem fazer às autoridades, o Conselho também deveria pressionar as autoridades competentes e brigar para que fosse obrigatório a presença do Zootecnista no quadro de funcionários das Secretarias de Agricultura dos municípios. Só assim haveria aumento do desenvolvimento do meio rural.

4. Quais as qualidades que o Zootecnista deve possuir para desempenhar com êxito suas funções dentro do serviço público municipal?
O Zootecnista de uma prefeitura deve possuir acima de tudo paixão pelo que faz. Não adianta um profissional entrar no serviço público se não tiver perfil extensionista, pois não vai executar um trabalho com excelência. Deve também possuir jogo de cintura para conseguir com que seu trabalho seja executado pelos produtores rurais, principalmente se o técnico não for nascido na região em que está trabalhando, o que é meu caso. (risos) O profissional deve ter sede de conhecimento e sempre estar se atualizando, pois a cada dia surgem novos casos que demandam novas tecnologias. E por fim... Deve possuir paciência, pois o serviço público é bastante complexo, para não dizer complicado, e muitas vezes a 'vontade de fazer' do Zootecnista é barrada pelas burocracias e limitações de infra estrutura do serviço público municipal.

E-mail para contatos: elynemorgana@hotmail.com

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A importância do Zootecnista nas prefeituras

Muitos municípios Brasil afora sofrem com a falta de planejamento no setor agropecuário principalmente por parte das Prefeituras e quem sempre acaba sofrendo com isso é o produtor, principalmente os pequenos. Os criadores de bovinos, caprinos, ovinos, aves e suínos, muitas vezes dependem da orientação de profissionais que os ajudem a aumentar sua produtividade com a elaboração de projetos que atendam suas necessidades. Este profissional é o Zootecnista que entre suas funções destacam-se de acordo com o Art. 3º alíneas a, b, c e d da Lei Federal 5.550/68. Planejar, dirigir e realizar pesquisas que visem a informar e a orientar a criação dos animais domésticos, em todos os seus ramos e aspectos; promover e aplicar medidas de fomento à produção dos mesmos, instituindo ou adotando os processos e regimes, genéticos e alimentares, que se revelarem mais indicados ao aprimoramento das diversas espécies e raças, inclusive com o condicionamento de sua melhor adaptação ao meio ambiente, com vistas aos objetivos de sua criação e ao destino dos seus produtos; exercer a supervisão técnica das exposições  oficiais e a que eles concorrem, bem como a das estações experimentais destinadas à sua criação; participar dos exames a que os mesmos hajam de ser submetidos, para o efeito de sua inscrição nas Sociedades de Registro Genealógico.
Isso deixa claro que o Zootecnista é fundamental para o desenvolvimento dos municípios brasileiros uma vez que ele promoverá um acréscimo na renda destes produtores através do aumento da produtividade de seus rebanhos, criando com isso o aumento de vagas para empregos nessas propriedades o que certamente acarretará em geração de renda para outras famílias e consequentemente para os cofres municipais.
Más infelizmente a realidade não é essa, pouquíssimas prefeituras abrem concursos para Zootecnistas e quando o fazem oferecem pouquíssimas vagas além de ofertarem salários muito baixos sem contar que muitos prefeitos cometem o grave erro de achar que o Agrônomo ou o Veterinário fazem o mesmo trabalho do Zootecnista, e esse é um dos motivos pelo qual o nicho de empregos para os Zootecnistas é tão baixo.
O que fazer para mudar? A resposta é simples, se tivéssemos um conselho atuante que defendesse nossas necessidades e divulgasse nossa profissão talvez a situação fosse outra.
Fonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/maio/dia-do-zootecnista.php
Zootecnista em ação
Nutrição animal, área principal do Zootecnista